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Aluno do 4º semestre do Curso de Direito vive experiência internacional inesquecív
QUINTA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2010
 
 

Aluno do 4º semestre do Curso de Direito, MELQUIZEDEQUE ALEXANDRE DOS SANTOS, vive experiência internacional inesquecível.

 

"Melque", como é chamado carinhosamente pelos colegas, esteve entre os dias  10 e 11 de junho de 2010, no Tribunal Penal Internacional, ex - Iuguoslávia, onde foi recebido pela brasileira, Drª. Silvia Steiner, Juíza da 3ª Câmara do Tribunal Penal Internacional. Conversaram por trinta minutos sobre vários assuntos relacionados ao Tribunal e foi convidado  a assistir o julgamento de dois coronéis iugoslavos que estavam sendo julgados por crimes de guerra. 

 

Ele relata que os dois coronéis, Vujadin Popovic e Ljubisa Beara, foram condenados à prisão perpétua por genocídio, ou seja, por terem planejado e organizado a operação logística, além do recrutamento de pessoas para cometerem os assassinatos e cavarem as covas para enterrarem os corpos. Ao todo, já foram condenadas 21 pessoas pelo Tribunal Penal Internacional pela ex-Iugoslávia por crimes relacionados ao massacre de Srebrenica.

 

O líder sérvio-bósnio Radovan Karadzic ainda está sendo julgado por genocídio, e o ex-presidente da Iugoslávia Slobodan Milosevic morreu antes de seu julgamento ser concluído. Está ainda foragido o general Ratko Mladic, chefe do Exército sérvio na época da guerra da Bósnia, declarada em 1992 em meio à desintegração consequente da separação das repúblicas iugoslavas da Croácia e da Eslovênia. A guerra durou três anos e meio e causou mais de 200 mil mortes. Como o Tribunal da ex-Iugoslávia não pode atuar como polícia para capturar o fugitivo, ele deve contar com a colaboração fundamental dos estados.

 

Melque considera que a atitude merece portanto nossos aplausos, sobre a decisão do Tribunal Penal Internacional da antiga Iugoslávia, condenar sete oficiais graduados sérvios pela morte de oito mil muçulmanos  nos enclaves de Srebrenica e Zepa, na ex-Bósnia Herzegovina (ex-Iugoslávia), mesmo após terem decorridos 15 anos do pior massacre em 50 anos na Europa.



 
 
 
 
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